Cattleya leopoldii

       A Cattleya leopoldi ou  Cattleya tigrina. Recebeu esse nome em homenagem ao rei Leopoldo da Belgica em 1854, o qual era um apaixonado admirador de orquídeas.
No Brasil a Cattleya leopoldi é encontrada no litoral vegetando em restingas, desde o Rio Grande do Sul (com maior concentração em Santa Catarina) até o sul da Bahia. Planta com pseudobulbos de até 1 metro que produzem hastes portando até 30 flores. São plantas bifoliadas, às vezes apresentam 3 folhas no mesmo pseudobulbo, com 15 a 20 cm de comprimento e largas. 

Cattleya leopodii em sua primeira floração.

       Durante o verão após o pseudobulbo ter amadurecido e soltado a espata florar de onde surge a inflorescência, que vai de dezembro até início de março, período de sua floração. Sua haste floral apresenta uma penca de flores geralmente na cor marrom chocolate, e menos frequente nas cores caramelo, amarelo, cobre, verde, vinho e pintalgadas em marrom-terra podendo ser lisas, sem pintas. Possui um perfume intenso e muito agradável.
       É uma planta que necessita de muita luz para florir. Vai bem a sombreamento de 30% até sol pleno. Neste último caso de porte menor.
       Deve ser cultiva de forma que suas raízes estejam bem ventiladas, utilizando substratos que deixem espaços para que o ar circule entre as raízes e ofereçam boa drenagem.


Veja também: