Existem dois tipos de substrantos:
- Inorgânico - cascalho, espuma de nylon, isopor entre outros
- Orgânico - xaxim, fibra de coco, esfagno, casca de madeiras entre outros
O xaxim é uma fibra extraída do tronco de uma samambaia conhecida como samambaiaçu (Dicksonia sellowiana), que se encontra em extinção pelo corte indiscriminado nas matas.
Tem sido ao longo do tempo o substrato mais empregado pelos orquidófilos por trazer uma série de benefícios.
Apresenta boa aeração, retém pouca umidade, boa iluminação e boa durabilidade.
Em geral troca-se a cada 4 anos.
Encontra na forma desfiado, em cubos, placas. Tem sido empregado em substituição ao xaxim, porém apresenta alto teor de tanino e sal o que não é apropriado para algumas espécie.
Apresenta boa aeração, retém pouca água, boa iluminação e razoável durabilidade.
Troca-se a em geral a cada 2 anos.
Podem ser utilizadas na forma de placas, toquinhos ,pequenos pedaços.
Árvores que apresentam cascas grossas como pau-branco, peroba-rosa entre outras.
Apresentam boa aeração e retém muito pouca umidade, e de grande durabilidade.
Musgo ou esfagno
É proveniente de fundo de riachos.
Não se deve empregar o esfagno clareado, pois o mesmo possui produtos tóxicos para as orquídeas, que foram empregados no clareamento.
Tem sido muito usado junto com outros substratos, como casca de pinus, sendo muito utilizada na cultura de Phalaenopsis.
Retém muita umidade, baixa aeração, tem pouca durabilidade que vai de 6 meses a 2 anos.
Rochas
A brita tem sido empregada na cultura de orquídeas, por apresentar certas características como pouca retenção de água e nutrientes e boa aeração, e seu emprego tem como principais culturas: Cattleya walkeriana e nobilior, Rodriguezia e demais espécie rupículas.
De durabilidade indeterminada.
Fibra de piaçava
Utilizada na fabricação de vassouras, deixa sobras que são descartadas pelas fábricas de vassouras.
Tem boa durabilidade, retém pouca umidade, boa aeração e pouca retenção de nutrientes.
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